Integramos dados financeiros, comerciais e operacionais para reconstruir o DRE gerencial, revelar a rentabilidade por cliente e transformar dados dispersos em decisões baseadas nos números reais da sua operação.
Uma operação pode faturar bem e ainda perder rentabilidade em clientes, rotas, capacidade ociosa, critérios de rateio ou custos mal classificados. É essa diferença entre faturamento e margem real que a análise busca tornar visível.
Quando financeiro e operação são analisados separadamente, parte da margem pode ficar escondida. Cruzamos custos, clientes, rotas, unidades e capacidade para mostrar onde o resultado está sendo pressionado — e onde vale investigar primeiro.
Quando o retorno vazio não entra corretamente na formação do preço, a rota pode parecer rentável mesmo consumindo parte da margem.
Volume elevado não garante rentabilidade. Preço, rota, nível de serviço e exigências operacionais podem fazer um cliente importante faturar muito e contribuir pouco — ou negativamente — para o resultado.
Além da peça e da mão de obra, a indisponibilidade da frota pode comprometer entregas, receita e capacidade operacional.
Tributos, encargos e contribuições precisam estar corretamente classificados para que o DRE mostre o resultado econômico real da operação.
Quando os dados financeiros e operacionais passam a conversar, a gestão ganha respostas mais úteis para preço, carteira de clientes, rotas, capacidade e prioridades de caixa.
Separe faturamento de rentabilidade e identifique relações comerciais que merecem revisão.
Enxergue retorno vazio, exigências operacionais e custos que podem distorcer a rentabilidade da rota.
Conecte DRE, custos, capacidade e operação para investigar desperdícios e gargalos com prioridade.
Organize os achados por impacto e viabilidade para transformar análise em prioridade executiva.
Um processo em quatro etapas para reconstruir a leitura financeira da operação, cruzar rentabilidade e transformar achados em prioridades de gestão.
Organizamos a estrutura de dados e revisamos a leitura gerencial do DRE para criar uma base confiável de análise.
Cruzamos dados financeiros, comerciais e operacionais para avaliar clientes, rotas, unidades, custos e capacidade.
Transformamos os achados em uma visão clara de onde o resultado é sustentado, pressionado ou precisa de investigação.
Organizamos ações por impacto e viabilidade. Quando contratado, acompanhamos indicadores e evolução para manter a gestão orientada por dados.
"Nosso foco não é apenas otimizar — é fazer sua operação enxergar, com clareza, onde realmente está perdendo caixa."
À frente da Almeida Galindo, cada diagnóstico é acompanhado de perto por quem entende a realidade de transportadoras e operadores logísticos — unindo visão financeira e operacional para apontar o que os relatórios tradicionais não mostram.
É essa proximidade que garante uma análise criteriosa, confidencial e construída sobre os seus números reais.
Você não recebe apenas um relatório que fica na gaveta. Recebe uma estrutura de leitura gerencial para acompanhar o que realmente influencia o resultado. Explore abaixo modelos dos principais entregáveis.
Os números, empresas e indicadores exibidos abaixo são demonstrativos e servem apenas para ilustrar a estrutura das análises. Os dados reais variam conforme cada operação.
| Demonstração de Resultado — Gerencial | % Receita | R$ |
|---|---|---|
| Receita Bruta de Fretes | — | 1.740.000 |
| (−) Impostos sobre frete oculto | 9,8% | (170.520) |
| Receita Líquida | 90,2% | 1.569.480 |
| (−) Combustível | 22,1% | (384.540) |
| (−) Motoristas + encargos subestimado | 19,4% | (337.560) |
| (−) Manutenção corretiva 3× oculto | 7,2% | (125.280) |
| (−) Frete de retorno vazio oculto | 6,1% | (106.140) |
| Margem de Contribuição | 35,4% | 615.960 |
| (−) Estrutura & administrativo | 13,8% | (240.120) |
| (−) SEST/SENAT + compulsórias oculto | 4,3% | (74.820) |
| Resultado Líquido Real | 17,3% | 301.020 |
Quer ver esses números aplicados à sua operação real?
Quero ver minha operação com essa clarezaA avaliação inicial existe para entender o contexto da empresa, verificar quais dados estão disponíveis e definir com transparência o escopo, as entregas e o investimento antes de qualquer contratação.
Cada transportadora possui estrutura, dados e desafios diferentes. Por isso, o primeiro passo é definir o problema que precisa ser respondido — e somente então desenhar o escopo adequado da análise.
Confidencialidade em primeiro lugar. Todos os dados compartilhados são tratados com sigilo absoluto, usados exclusivamente para a sua análise e nunca divulgados. Você decide o nível de informação a compartilhar em cada etapa.
Transportadoras, operadores logísticos e empresas com operação de distribuição própria. Se a empresa fatura bem, mas ainda existe pouca clareza sobre margem por cliente, rota, unidade ou operação, a conversa inicial pode ajudar a definir se a análise faz sentido.
Começamos por uma avaliação do contexto e das perguntas que a gestão precisa responder. A partir daí, definimos os dados necessários, o escopo, as entregas e o investimento de forma transparente antes do início do trabalho.
Sim. Toda informação compartilhada é tratada com sigilo absoluto, usada exclusivamente para a sua análise e nunca repassada a terceiros. Você define o nível de informação que deseja compartilhar em cada etapa, e podemos formalizar um acordo de confidencialidade.
As duas coisas, integradas. É justamente a integração entre inteligência operacional e análise financeira que ajuda a apontar custos ocultos que uma análise isolada normalmente não evidencia.
Não trabalhamos com promessas de resultado. O que entregamos é uma análise rigorosa, baseada nos seus dados reais, que aponta onde estão os custos ocultos e as oportunidades de melhoria. A implementação e os ganhos dependem de fatores próprios de cada operação.
Sua transportadora pode faturar bem e ainda ter margem escondida em decisões comerciais e operacionais. Comece por uma avaliação clara do contexto — antes de qualquer contratação.
Quero avaliar minha margem